Quarta-feira , 18 Setembro 2019
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A modernização dos laboratórios de análises clínicas

Os exames clínicos tiveram uma transformação sem precedentes nos últimos dez anos. Tudo começou com a chegada de máquinas capazes de investigar uma amostra de sangue ou de urina em poucos minutos, com uma margem de acerto que beira os 100%. Velozes e precisos, esses aparelhos mudaram até a configuração dos laboratórios de análises clínicas.
Os técnicos lado a lado, numa bancada enorme, cada um debruçado sobre o seu microscópio, compõem uma cena do passado. A presença humana se resume à coleta, à manutenção dos aparelhos e à interpretação dos dados registrados. O trabalho de analisar, dosar e identificar células e moléculas cabe agora às máquinas.
A redução no tempo da entrega de um diagnóstico ao paciente é o reflexo da velocidade com que os equipamentos mais modernos trabalham. Ao passo em que quando analisado por olhos humanos a probabilidade de erro na interpretação dos resultados é bem maior.
Outra inovação é o fato de o recipiente usado para a coleta de sangue ser o mesmo durante todo o processo de análise da amostra. Até os anos 90, esse material passava por no mínimo três tubos de ensaio até que o diagnóstico fosse concluído – o que aumentava os riscos de contaminação, e, consequentemente, de resultados equivocados. Como o processo de análise clínica está mais seguro e mais rápido, a quantidade de material coletado também pode ser menor.
Aperfeiçoaram-se também os reagentes químicos usados para a investigação laboratorial. Mais precisos, eles não sofrem alterações na presença de substâncias estranhas ao material coletado – como o açúcar e a gordura. Na prática, para o paciente, isso significa que o jejum necessário para a realização do exame pode ser mais curto. Caiu de oito para três horas, em média, para alguns exames.
Graças ao aprofundamento nos conhecimentos de biologia molecular, há pelo menos 5.000 tipos de exames de sangue disponíveis hoje. Na década de 90, eles não passavam de 1.500.
O Laboratório Becker, ao longo dos seus 40 anos, vem acompanhando este desenvolvimento tecnológico, com o fim de garantir a qualidade de seus serviços, com o compromisso de evoluir constantemente e oferecer o que há de melhor em análises clínicas aos seus clientes.

Por: Laboratório Becker

*Artigo publicado no Jornal “O Celeiro”, Edição 1507 de 30 de novembro de 2017.

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