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Propriedades crescem em produção, produtividade, qualidade e renda

As propriedades rurais que participam do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em Bovinocultura de Leite obtiveram um incremento de 23,8 milhões de reais em 2019. O resultado foi apresentado pela coordenadora de assistência técnica e gerencial Paula Araújo Dias Coimbra Nunes durante Seminário em Chapecó.

O programa iniciou em território barriga-verde em 2016 e é desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc). Nesses três anos, o Sistema Faesc/Senar atendeu 2.700 produtores da cadeia produtiva do leite.  Atualmente, participam do programa 62 grupos, que totalizam 1.800 propriedades rurais em 165 municípios, em parceria com 52 Sindicatos Rurais, agroindústrias e cooperativas.

A Assistência Técnica e Gerencial é um processo educativo de caráter continuado que visa atender a produtores rurais por meio de uma metodologia fundamentada em ações de diagnóstico, planejamento, adequação tecnológica, formação profissional do produtor e análise de resultados, de forma a possibilitar a disseminação de tecnologias associadas à consultoria gerencial. As propriedades são assistidas em Santa Catarina por um período de 2 a 4 anos, incluindo gestão, manejo adequado, melhoria da alimentação, das instalações, nutrição, qualidade do leite e bem-estar animal.

O perfil das propriedades rurais assistidas é o seguinte: produção média mensal de11.556 litros de leite, produção média diária por vaca de 18,34 litros, número médio de animais em lactação por propriedade 20,8 vacas, preço médio do leite R$ 1,29 por litro em 2019.

Ao participarem do ATeG, os criadores obtiveram aumento médio de 8% na produção, o que equivale a um adicional de 10.272 litros por propriedade. No conjunto dos 1.800 estabelecimentos rurais integrados ao ATeG, o acréscimo da produção atingiu 18,5 milhões de litros. Esse incremento representa – com base no preço médio de 2019 a R$ 1,29/litro – a um faturamento adicional de 23,8 milhões de reais.

As avaliações também constataram que cresceu exponencialmente o número de propriedades que atendem aos critérios de qualidade de leite estabelecidos pela Instrução Normativa (IN) 76 em dois indicadores essenciais: em CCS (contagem de células somáticas) de 62% para 71% e em CBT (contagem bacteriana total) de 80% para 92%.

O presidente do Sistema Faesc/Senar José Zeferino Pedrozo  realçou que esses resultados comprovam que os objetivos de elevação da produção, produtividade, qualidade e renda foram amplamente alcançados. O superintendente do Senar Gilmar Antônio Zanluchiantecipou que a assistência técnica e gerencial continuará sendo prioridade porque “o objetivo é transformar os produtores em empresários rurais de alta performance”.

*Informações: MB Comunicação
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